Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2006

Qual o motivo de o Aloé Vera ser tão popular?

aloplnt1.jpg  Saiba mais sobre a composição quimica do Aloé Vera

Antriquinonas: São compreendidas, tradicionalmente, como agentes laxativos, devido à aloína - principal antriquinona. Retirada a aloína, temos a acção das outras antriquinonas benéficas, como por exemplo, o éster de ácido cinâmico, notável por suas qualidades de recomposição de tecidos necrosados (mortos) e também por acalmar a dor.

Zinco: os níveis de zinco podem ser diretamente ligados à potencia sexual, é um ótimo estimulante. Um grande número de homens com prostatites já foram achados com deficiência de zinco.

Cromo: o cromo é significativo no organismo humano, especialmente pelas suas ativações de enzimas através da síntese de ácidos graxos e de colesterol. Ele é estocado no baço, rins, testiculos, coração, pulmões e cérebro. Organismos deficientes de cromo são especialmente susceptiveis ao retardo da tolerância glicósica.

Triptofano: é importante por ser a matéria - prima a partir da qual o organismo fabrica a serotonina, um neurotransmissor, e também a melatonina, hormona indutor do sono e poderoso antioxidante.

Hormonas (auxinas e giberilinas): auxiliam na cicatrização e com acção anti-inflamatória.

Lignina: facilita a penetração na pele, hidratando e nutrindo; razão de cremes e desodorizantes usarem Aloé Vera.

Complexos antraquinônicos: Agem como analgésico, anti-inflamatório nas  dores de coluna e dores em geral. Possuem actividade anti-bacteriana, anti-fungicida e anti-viral.

Saponinas (glicosídeos): acção anti-septica e de limpesa.

Esteróides: fornece 4 principais esteróides de plantas, colesterol (polinsaturado), campestrol, lupeol e Beta-sisterol, que são agentes anti-inflamatórios, eo lupeol também possui propriedades anti-sépticas e analgésicas.

Descritivo de componentes mais importantes:

Antriquinonas: Aloína, Isobarbaloína, Antracena, Ácido cinâmico, Emodina, Barbaloína, Antranol, Ácido aloético, Resistanóis, Ácido crisofânico.

Minerais: Cálcio, Magnésio, Sódio, Cobre, Ferro, Manganês, Potássio, Zinco,Cromo, Cloro.

Vitaminas:  A, B2, B3, B6, B7, B9, C, E.

Mono e Polissacarídeos: Celulose, Glicose, Manose, Galactose, Arabinose, Aldonentose, L-ranose, Ácido urônico, Xilose, Ácido glucorônico.

Aminoácidos essenciais: Lisina, Treonina, Valina, Metionina, Leucina, Isoleucina, Fenilalanina, Triptofano.

Aminoácidos Secundários: Histidina, Arginina, Hidroxiprolina, Ácido aspártico, Serina, Ácido glutâmico, Prolina, Glicerina, Alanina, Cistina, Tirosina.

Enzimas: Aliase, Alcalinase, Fosfatase, Amilase, Carboxipeptidase, Catalase, Celulase, Lipase, Peroxidase.

Existe, ainda, um volume crescente de evidências sobre um dos mucopolissacarideos constituintes da Aloé, denominado de ACEMANNAN. Esta substância é parte integrante das menbranas celulares, aumentndo a resistência do organismo à presença e penetração de microorganismos nocivos. O Acemannan estimula a produção de uma substância no organismo que bloqueia o alimento dos tumores, fazendo-os diminuir de tamanho, em muitos casos até desaparecer. Ainda destacaram-se vários estudos-piloto com pessoas portadoras de SIDA, as quais apresentaram uma melhora significativa. Os resultados foram tão claros que a FDA (Food and Drugs Administration) autorizou a realização de  um estudo de proporções muito maiores a fim de acatar, já definitivamente, o ACEMANNAN como tratamento contra a SIDA.

Simplificando, Aloé Vera reforça a capacidade de defesa do organismo, fortalece o sistema imunitário enfraquecido, ficando mais poderoso contra as intromissões dos inimigos (orgânicos e inorgânicos).

A Aloé Vera já atuou com sucesso nos casos de:

Acne - Cancro - Cansaço crônico - Depressão - Diabetes - Desintoxicação geral e hepática - Gastrite - Herpes - Hipertensão - Impotência sexual - Insônia - Memória - Próstata - Psoríase - Queimaduras -Stress - Úlceras, etc...

Compare com http://www.avitoria.com.br/bab_13_maneiras.asp#Topo
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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2005

Aloé Vera - Os benefícios

Aloé Vera

  1. • Reconhecida por muitos cientistas internacionais como uma planta com características únicas contendo justificadamente ambas propriedades curativas e de prevenção.

  2. • Usada ao longo da história, como medicamento natural para diversos casos de doenças e para o rejuvenescimento (A polpa da Aloe Vera tem propriedades que fazem retardar o processo de envelhecimento das células).

Dr. John P. Heggers (Ph.D.),

"Aloe Vera contém salicilatos e antranicinas, substancias activas que penetram no tecido celular cobrindo e protegendo a pele dos efeitos negativos do sol".

"Aloe Vera contém também prostaglandinas, propiedades inibitórias que têm várias acções terapeuticas".

"As evidências experimentais e clinicas apresentadas, mostram que a Aloe Vera tem também um potencial analgésico ou um anestético efeito devido ao perfeito enquadramento do magnésio no resto dos seus elementos. Tem sido provado o seu efeito anti-inflamatório bem como um melhoramento da corrente sanguínea".

"As propriedades curativas da Aloe Vera têm de facto uma base científica."

Dr. Ronald P. pelley (Ph.D.)(Cientista Bioquímico),

"As substancias da Aloe Vera funcionam na prevenção de certas doenças, no alívio das dores e dão maior rapidez aos tratamentos curativos".

"Irei investigar nas áreas onde o gel da Aloe Vera oferece potenciais vantagens: Na prevenção de doenças especialmente gastrointestinal e ulceras, no alivio das dores e na aceleração na cura das feridas."

Dr. Ian Bier(N.D.), Dr. Alexander G.Schauss (Ph.D.),

"Revendo os estudos científicos que existem, a Aloe Vera provê suficiente evidência que prova também benefícios no tratamento da HIV. Um estudo experimental provou a eficácia da Aloe Barbadensis no tratamento de pessoas com o sistema imunológico afectado pelo HIV".

"Aloe Barbadensis tem um interesse particular devido aos componentes imunologicamente activos que contém.

"O Acemannan, (um acetilato manosa, específico encontrado na polpa da Aloe Vera) é um imunodulatório".

"Estudos efectuados provam que a Aloe Barbadensis inibe a proliferação do herpes, sarampo e HIV-1 – (Dr.Mc.Daniel, Dr.McAnalley, and Eng. White)."

Dr. Hart, L.A., Nibbering, (P.H.),

"Existem efeitos positivos nos baixos constituintes moleculares do gel da Aloe Vera, no processo oxidativo do metabolismo na citotoxicidade, e na actividade bactericidal neutrofila do corpo humano".

Dr. Wendell D. Winters, (Ph.D.),

1993

"Pesquisas agora confirmam que as substancias da Aloe Vera têm uma forte interacção com as células do nosso sitema imunologico". 

 PortAloe® , - Sinónimo da natureza da polpa de Aloe Vera. Marca de qualidade internacional.
Produção de extracto a 100% natural, sem o concentrado de Aloina (látex entre a casca e a polpa).

O gel extraído da folha é, quando fresco e sem oxidação, naturalmente incolor. O "filete" de gel é imediatamente estabilizado, descontaminado e purificado "a frio", evitando alterar as suas propriedades naturais.

Produtos 100% orgânico e natural. Planta da ALOE BARBADENSIS, contém uma adequada concentração de Acetil (molécula de ácido acético) de Manosa (manosanas).

Este ingrediente de nome "ACEMANNAN" (acemanose) tem sido demonstrado cientificamente ter muitos efeitos positivos no corpo animal, especialmente a nível Gastrointestinal e Sistema Imunológico.
Tem sido experimentado (cientificamente) em vários indivíduos que padecem de depressões imunológicas (Vírus Epstein-Barr, síndroma de Fadiga Crónica, Sistêmico Candidíase, infecções de HIV e outras).
     Este ingrediente particularmente assentuado no PortAloe Tonico, também protege a medula óssea dos danos provocados pelas toxinas químicas derivadas de drogas, tais como o AZT.
As actividades biológicas derivadas do "Acemannan" da Aloe Vera, normaliza o metabolismo a nível das células. Tem também, uma forte interacção nas células do Sistema Imunológico, estimulando e activando os macrófagos, monócitos, anticorpos e células T (linfócitos derivados dos timócidos).
A nível dos intestinos, este "Acemannan" actua como um potente agente Anti-inflamatório neutralizando muitas enzimas más responsáveis pelos danos na mucosa do estômago. (Da Aloe Vera apenas o concentrado de Aloina ou Látex causa estes danos e outros).
Os produtos da Portaloe não têm Aloina "Yellow Sap" e as enzimas existentes no parênquima [Gel ou polpa da folha] não provocam qualquer dano em órgão algum, pelo contrário). O polímero "Acemannan" da Aloe Vera, é também um agente "por excelência", Viricida (Agente activo contra infecções virais), Bactericida Específico (destrutivo apenas de um género de bactérias) e Fungicida. Este polímero também estimula a motilidade intestinal, ajudando a mover as proteínas alergênicas do Intestino Delgado para o Cólon. Todo este processo ajuda a normalizar o sistema Gastrointestinal e Cólon.

Todas estas interacções foram comprovadas em laboratório científico nos E.U.A. PortAloe®, bem como demonstra os relatórios científicos do IASC (Associação Científica Internacional Aloe), tem arquivado uma quantidade indeterminada de sucessos no uso terapêutico do Gel 99% e do Tonico bem como de outros produtos PortAloe® com forte base na Aloe Vera polpa (NO ALOINA ou o LATEX).
Através de jornadas médicas e de factos particulares comprovativos os produtos PortAloe® têm sido recomendados internacionalmente pelos mais diversos especialistas na área da saúde e nutrição.

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Terça-feira, 6 de Setembro de 2005

Contra-indicações do Aloé Vera

Algumas pessoas avaliam mal os produtos naturais. Têm a falsa noção que "se não fizer bem, mal também não faz". Crasso erro. A farmacopeia tem por base os extratos de plantas, que depois de encontrados os princípios activos, são reproduzidos isoladamente e administrados em quantidades julgadas ideais. A fitoterapia administra esses mesmos extractos, (e muitas vezes descobre novos) nas quantidades encontradas na natureza e sem isolar os princípios activos.

É portanto mais suave e lenta que os medicamentos farmacêuticos. Mas plantas perigosas e tóxicas também matam...Como qualquer botânico pode esclarecer, há plantas que são úteis, mas têm partes tóxicas, como por exemplo, a batata, o tubérculo é muito útil na alimentação, mas as partes aéreas (caule e folhas) são tóxicas.

Ora o Aloé não é excepção. A PortAloe desde que entrou no mercado tem avisado o público consumidor que a parte lenhosa do Aloé é tóxica em virtude do concentrado de Aloína na casca. (veja foto)

Aviso.jpg

As contra-indicações da Aloína incluem grávidas, visto que é abortiva, devido aos espasmos intestinais que provoca quando ingerida em grandes quantidades (+ de 2 colheres de sopa) e na pele provoca alguma irritação e o ocasional descoloramento da derme (manchas brancas).

Nada disso acontece quando se ingere apenas o parênquima (polpa) livre de contaminantes da casca. As pessoas mais sugeitas a sofrerem são as que usam verdadeiras poções caseiras com aloé triturado com casca (muitas vezes nem é Aloé Vera, mas outro tipo de Aloé). A aloína é amarelo-acastanhada e é muito amarga e por isso juntam mel (+ de 1/2 Kg para 3 folhas de 200 gramas). Além de ser perigoso, engorda...

+ informação http://naturaloe.blogs.sapo.pt/arquivo/302698.html 

http://naturaloe.blogs.sapo.pt/arquivo/329362.html

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Investigação científica

The Effects of Lifelong Aloe Ingestion on Aging and Pathology

By Byung Pal Yu, Jeremiah Herlihy and Yuji Ikeno
Department of Physiology
University of Texas Health Science Center, San Antonio

Estes investigadores usaram 360 indivíduos durante 16 meses para chegarem à conclusão que tomar Aloé Vera aumenta a expectativa de vida em 10% e reduz a taxa de mortalidade em 50%.

Estes 360 indivíduos foram divididos em 4 grupos de 90 cada. 1º grupo tinha uma alimentação padrão normal, ao 2º grupo foi adicionado 1% de Parênquima de Aloé Vera, (Filete interno, Foto)

Polpa Fresca.jpg  para o 3º grupo usaram 1% de Parênquima de Aloé Vera processado (re-hidratado) e finalmente o 4º grupo consumiu 0,02% de folha inteira (mais teria provocado diarréias devido à presença da Aloína).

Todos os grupos que ingeriram Aloé Vera tiveram uma incidência menor de leucemia fatal do que o grupo 1. É significativo, porém, que apenas os grupos 2 e 3 demonstraram uma menor incidência de trombose atrial. Apenas o grupo 2 mostrou uma significativa diminuição de doenças relacionadas com o envelhecimento.

Artigo fonte em http://www.iasc.org/yu.html

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Sábado, 9 de Outubro de 2004

Informações sobre Aloe Vera (Barbadensis Miller )

aloplnt1.jpg 


Identificação



 O nome popular no Brasil dado em geral às Aloés é "Erva-babosa" e na vizinha Espanha é "Savila", no entanto, em Portugal nos ultimos tempos ficou conhecido como o "Cacto Aloé".

Aloés, são plantas suculentas, carnudas de folhas lanceoladas parecidas (e por isso confundidas) com agavas e cactos mas que não são de maneira nenhuma da família das crassuláceas, agaváceas, ou cactáceas como se tem divulgado ultimamente nos jornais, como sendo cactos. As Aloés são da família das liliáceas tal como são as cebolas, formando somente um conjunto biológico caracterizado por possuir determinadas características comuns e específicas.

 A Aloe Vera dá uma espiga com flores amarelas (embora às vezes e com a idade apareça tonalidades avermelhadas na base). As suas folhas são maiores e mais largas (quando adultas) tendo 40 a 50cm de comprimento e em geral 10cm de largura. Estas são voltadas para cima com o limbo menos dentado e com picos menos salientes.


A Aloé mais comum em Portugal e usada em jardins públicos de várias cidades e hortos particulares, que se tem confundido com a Aloe Vera, é a Aloe Arborescens e também uma espécie de folha larga e pequena chamada Aloé Mitriformis. A Aloe Arborescens, dá flores avermelhadas, sendo as suas folhas estreitas muito sobrepostas para os lados e muito dentadas com picos muito salientes.

 Actualmente é designado o nome Aloe Vera somente à planta da espécie Barbadencis Miller (com sinónimos de Aloe vera Linne; Aloe vera vulgaris Lamarck, Aloe vera fava Pers, Aloe vera elongata Murry, Aloe vera Baker.) e a uma sua variante asiática mais pequena de nome vera chinensis Baker. Mas, entre todas as Aloés, a Aloé seleccionada por cientistas como a melhor em termos de benefícios para a saúde é a espécie Aloe Vera Barbadencis Miller. Daí a aplicação do termo latino "Vera" ou seja a verdadeira Aloe. As outras espécies são apenas designadas Aloés com os respectivos nomes científicos, como no caso da Aloe Ferrox Miller, Aloe Perry Baker, Aloe Arborescens, etc. (em 1982 foram relatadas 300 espécies) mas há actualmente uma estimativa para cerca de 350 espécies.

 Explanação



A Aloe Vera, em particular, tem sido usada ao longo da História, como medicamento natural para diversos casos de doenças e para o rejuvenescimento (A polpa da Aloe Vera tem propriedades que fazem retardar o processo de envelhecimento das células). A sua popularidade por muitos séculos no campo terapêutico e cosmético, bem como os registos deixados desde há 3000 anos antes de Cristo até aos dias de hoje, foi relevante para que houvesse uma pesquisa séria e científica sobre esta planta.



 Em 1981 foi criada nos E.U.A. uma Associação Internacional Científica sobre Aloe Vera, denominada I.A.S.C. (International Aloe Science Council) com quadros técnicos a tempo inteiro, para a pesquisa e conhecimento exacto, desde as áreas de investigação química, biológica até à aplicação do produto final no campo da saúde. O I.A.S.C. está em estrita colaboração com a F.D.A. (Organismo que controla remédios e alimentos) americana. O Parênquima purificado e descontaminado livre do Látex da Aloe Vera, é reconhecido como um alimento suplementar pela F.D.A. americana e não como droga ou medicamento.



 Esta polpa é muito nutritiva, contendo um pequeno número mas rico no seu contexto de muco-polissacarídeos, em aminoacidos, minerais, vitaminas e enzimas (boas para todo o organismo), contendo também bons agentes anti-inflamatórios, agentes anti-sépticos e outros ingredientes que habilitam as defesas imunológicas do corpo animal a defender-se de doenças resistentes às drogas.

Recentemente, em Portugal, as Aloés foram trazidas à atenção por alegadas declarações bombásticas feitas através de uma receita de composição incompatível do ponto de vista químico baseada em falso conhecimento científico de Aloés, que curaria a mais antiga das doenças fatais, o cancro.

Compare com http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/babosa1.html#topo2

 Essa receita seria a baba ou seiva de Aloés, (mesmo que seja realmente a Aloe Vera e alguns até usam a folha inteira), Mel e Whisky ou Conhaque. Claro que no Algarve se usa o Medronho. Existe até um líquido desses à venda que diz "Xarope de folha inteira de Erva-babosa, misturar com 1/2 Kg de Mel e 2 cálices de Medronho".



Eis o que diz a Comunidade Científica por parte das autoridades científicas americanas a respeito das receitas populares referidas:  

Essa receita (não a Aloe Vera adequadamente produzida por meios científicos ou com conhecimento de causa) é uma autêntica panaceia sem qualquer fundamento científico.

Por exemplo, no 12º Seminário Internacional Científico anual do I.A.S.C., realizado em 1993, entre outras confirmações científicas, o Dr.Wendell D. Winters, da Universidade do Texas (do Health Science Center), declarou que "as pesquisas agora confirmam que as substâncias da Aloe têm uma forte interacção com as células do nosso sistema imunológico". Felizmente que hoje em dia, se conhece mais acerca desta planta (sobretudo a partir de 1990), o que faz bem e o que faz mal. Mas, a Aloe quando usada na forma da tal receita acima mencionada, ela torna-se um perigo para a saúde pública.



Vejamos porquê:

          O Dr. Al Davis, Chairman (presidente) da "Science & Technical Committee" (Comissão Técnica e Científica) do I.A.S.C. declarou que o "produto natural usado por esta planta deve consistir na extracção do parênquima (gel ou a polpa) no interior da folha, com todas as medidas de esterilização sanitárias, desde os instrumentos passando pela folha em si, até ao gel. Por sua vez o gel tem que ser imediatamente estabilizado e preservado com conservantes alimentar aprovados. Tem que ser correctamente purificado. (Descontaminado das bactérias e outros contaminantes bem como remover os antraquinonas concentrados entre a casca e a polpa, com processos técnicos, nomeadamente a Aloina concentrada, “yellow sap”, uma droga laxativa, que os farmacêuticos conhecem quando transformada em Aloe-emodina, um pó castanho e poderoso purgante. É essa droga apenas que os dicionários portugueses comentam como sendo a Aloe Vera. Esta droga foi reprovada pela FDA na inclusão dos sumos de Aloe Vera a partir de 1990. Daí os sumos de marcas consideradas de confiança e aprovados actualmente nos E.U.A. serem incolores ou translúcidos.



Todo este processo, para ser eficaz e seguro, tem que ser feito em laboratórios próprios e por técnicos especializados). Continuando, o Dr. Al Davis comenta: “... Se não tomar precauções, o parênquima em si, desta folha, irá conter suficiente bactéria nociva que causarão diversos tipos de doenças... Porém, quando devidamente estabilizada (e purificada) oferece segurança e é muito eficaz...



 Outro problema é adicionar o mel ao gel da Aloe contaminado (seus açucares em forma de glicose), farão duplicar o crescimento das bactérias aí existentes... Misturando álcool, causará sérios problemas... Toda essa combinação é um desastre devido a todos os potenciais problemas envolvidos...".



Já em 1988 o Engº.Clinton Howard, formado em química e bioquímica, e então presidente dos laboratórios Carrington E.U.A. alertava ao dizer que “essa droga laxativa (Aloína) causa irritações gástricas e é capaz de envenenar o sistema enzimático do revestimento do estômago”. Depois concluiu “Beber Aloe Vera com o «yellow sap» (Aloína concentrada, a resina oleosa que fica entre a casca e o Parênquima) não é boa ideia”.


Além do envenenamento do sistema enzimático das células e consequentes intoxicações, esta droga laxativa causa também úlceras, colites, diarreias prejudiciais e vómitos. A Aloína, bem como as bactérias da polpa, quando não purificada e descontaminada, podem causar graves lesões no fígado.


 É evidente que se misturar mel adequado (fonte de calorias) ao sumo (ou tónico) devidamente preparado, não lhe fará mal nenhum, mas se, como diz esta autoridade na matéria, Dr. Al Davis, “ao fazer tal mistura (num sumo aprovado laboratorialmente e sem álcool) há que beber imediatamente. Não se deve guardar (essa mistura) mesmo sendo no frigorífico”.



 Também outro dos técnicos responsáveis do I.A.S.C. o Sr. Ray Henry, referindo-se às bactérias existentes na polpa não purificada, “fazem com que as pessoas fiquem doentes...” e afirma em relação à Aloína (o complexo de maior número de polissacarídeos da Aloé Vera): “uma droga... laxativa, quando a folha é usada sem remover essa droga, causa sérios problemas...”.



 Portanto não é de admirar que pessoas adeptas daquelas receitas populares estejam sendo hospitalizadas um pouco por todo o país, com distúrbios orgânicos, nomeadamente dores de barriga, erupções na pele, cólicas e diarreias descontroladas acompanhadas de cãmbrias intestinais bem como problemas de fígado. Estes sintomas são nocivos e nada têm a ver com eliminação de toxinas.

Conpare com http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/babosa1.html#topo2

 O organismo estatal da F.D.A. (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos, incluindo a Associação Médica e a Associação Farmacêutica Americana, recomenda que a Aloe Vera não deve ser usada como laxativo porque causa efeitos nefastos na saúde.

Realmente a Aloe Vera quando preparada (descontaminada e purificada) de forma correcta tem propriedades medicinais cientificamente reconhecidas e benéficas para a saúde.

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